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As mulheres, durante séculos, serviram de espelho aos homens por possuírem o poder mágico e delicioso de refletirem uma imagem do homem duas vezes maior que o natural
Virginia Woolf
Filha de Giovanni Zatara, um poderoso mágico , e de Sindella.
Em sua genealogia, ainda está o famoso alquimista Nicholas Flamel, bem como Nostradamus.
Zatanna costuma conjurar suas mágicas através de frases ou palavras pronunciadas ao contrário, o mesmo método que era usado por seu pai, Zatara.
Ela integra a Sociedade da Justiça. Usa vários truques na manga, como a transformação de adversários em inofensivos coelhos até um poderoso campo de força ou o poder do controle das chamas.
Normalmente realiza suas mágicas falando seu encantamento, com palavras ao contrário.Mas em algumas vezes ela já demonstrou conseguir conjurar feitiços falando normalmente ou até mesmo sem falar. O uso excessivo de seus poderes pode exaurí-la, a ponto dela entrar em um espécie de coma e só despertar após um longo período de descanso.
Além desses poderes, sabe ler as cartas de Tarot, bem como fazer algumas profecias. A extensão de seus poderes é ainda desconhecida, ela já mostrou poder comandar forças elementares, curar, transformar e transportar objetos, manipular mentes, e atacar seus oponentes com explosões da energia.
Zatanna também é uma exímia ilusionista,ela possui uma mansão chamada Shadowcrest,onde possui uma biblioteca com amplo material de conhecimento mágico, assim como um arsenal de relíquias poderosas. Shadowcrest parece existir em uma dimensão completamente diferente, embora seja situada inicialmente como na região do interior de Gotham.
Magias Conhecidas:
Otnem alegnoc (congelamento) : Congela a pessoa
Ohleoc (coelho) : Transforma pessoas em coelhinhos
Maviver (revivam) : Cura pessoas
Opmac ed saçrof (Campo de forças) : Cria uma barreira mágica
Arodaçac (caçadora) : Cria flechas magicamente
Opmet (tempo) : Um feitço que faz parar o tempoOgof (fogo) : Conjura e controla o fogo, criando bolas de fogo ou incêndios
Ra (ar) : Conjura e controla o ar
Vestibular da Universidade de São Paulo cobrou dos candidatos a
interpretação do seguinte trecho de um poema de Camões:
' Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
> Uma vestibulanda de 19 anos deu a sua interpretação em forma de poesia:
'Ah! Camões,
se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet e descobririas
que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'
Ganhou nota dez. Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era falta de mulher...
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