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... E Deus fez a mulher....
Houve festa no paraíso.
O Eden encheu-se de flores e assim surgiu a primavera...
Deus deu à mulher inteligência e sensibilidade,
e imbuída desta sensibilidade ela deu nome às flores.
Deus deu à mulher um corpo capaz de gerar vidas,
e ela uniu o ato sexual ao amor...
Deus deu à mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
e ela a usou para acalentar , ninar e educar os filhos...
Deus deu à mulher um temperamento dócil,
mas alguns homens chamaram a isso submissão...
Deus deu à mulher uma força interna descomunal,
e ela a usa até hoje para lutar pelo que acredita....
Por fim, Deus deu à mulher infinita capacidade de seduzir o coração dos homens,
E ela sussurrou pela primeira vez as palavras "eu te amo".
Nana Pereira
Madame de Pompadour, pintura de François Boucher
Jeanne Antoinette Poisson, marquesa de Pompadour, foi amante do rei Luís XV de França. Culta e inteligente protegeu escritores e intelectuais e foi uma destacada clientes dos artistas mais importantes da sua época. A ele se deveu a criação da fábrica de porcelana de Sévres, cujas peças podem qualificar-se como o expoente máximo do Rococó. O mesmo pode dizer-se dos leques da favorita, decorados com volutas e motivos florais de abundantes dourados sobre fundos em tom pastel.
Eugénia de Montijo, imperatriz dos Franceses por casamento com Napoleão III, foi uma mulher lindíssima, cuja elegância marcou uma época. Decidida utilizadora do leque, contribuiu para impulsionar definitivamente a sua fabricação em França. Cliente habitual de Feliz Alexandre, o leque que exibiu no seu casamento foi obra do insigne Jean-Pierre Duvelleroy, um dos fabricantes mais cotados de Paris, desde 1827.
Nos últimos anos de vida, a imperatriz apresentou apenas leques com decorações discretas sobre fundo preto, cinzento ou violeta.