terça-feira, 27 de maio de 2008

Cleópatra

























Cleópatra VII do Egito ou Cleópatra VII Filopator - Κλεοπάτρα θεά φιλοπάτωρ (Alexandria, Dezembro de 70 a.C. ou Janeiro de 69 a.C. - 12 de Agosto? de 30 a.C.) foi a última Faraó e Rainha da Dinastia Lágida da linhagem ptolomaica (da Macedónia) que dominou o Egito após os gregos terem invadido aquele país. Era filha de Ptolomeu XII do Egipto e da sua irmã Cleópatra V Trifena. O nome Cleópatra é grego e significa "Glória do pai"; o seu nome completo, "Cleopatra Thea Philopator" significa "A Deusa Cleópatra, Amada de Seu Pai".

É uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la (sem grande notoriedade). Nunca foi a detentora única do poder no seu país - de facto co-governou sempre com um homem ao seu lado: o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho. Contudo, em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, mantendo ela a autoridade de fato.

Maria Antonieta de Áustria




























Maria Antonieta de Áustria (Maria Antónia Josefa Joana de Habsburgo-Lorena) (Viena, 2 de Novembro 1755 - Paris, 16 de Outubro 1793), arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França de 1774 até a Revolução Francesa, em 1789. Maria Antonieta era a filha mais nova de Maria Teresa de Habsburgo e de Francisco I da Áustria, os imperadores da Áustria. Casa-se em 1770, aos 16 anos de idade, com o delfim francês Luís, que em 1774 torna-se o rei da França, com o nome de Luís XVI.

A infância de Maria Antonieta teve como cenário a pomposa corte de Viena. Ainda é conhecido hoje em dia o seu noivado com Mozart, o grande pianista, que, sendo então apenas uma criança de 5 anos, acreditava ingenuamente estar noivo da formosa filha dos soberanos do Sacro Império.

Exerceu grande influência política sobre seu marido, e, consequentemente sobre toda a França; apesar disso, ela pouco sabia sobre a vida dos plebeus franceses e o custo dela. Era impopular entre o povo, ainda mais depois do caso do colar de diamantes. Um dos seus apelidos entre o povo era "a austríaca".

Em 1781 teve seu primeiro filho, e a partir de então residiu no palácio de Trianon. Desde então, parou de receber audiências de nobres, o que deixou a alta classe francesa revoltada contra sua pessoa. Ignorou os problemas por que o povo passava, desautorizando as reformas liberais propostas por Necker e Turgot.

Ao iniciar-se a Revolução Francesa, colocou o rei contra ela. Recusou as possibilidades de acordo com os moderados, e procurou que o rei favorecesse os extremistas para inflamar mais a batalha. Estudiosos dizem que ela procurava romper um conflito bélico entre França e Áustria, esperando a derrota francesa.

Em 1792 foi detida e encarcerada pela revolução, junto com seu marido. Depois da execução de Luís XVI, ficou conhecida como Viúva Capeto. Condenada à morte, morreu na guilhotina em 16 de Outubro de 1793.


Sissi




























Isabel da Baviera, depois Isabel da Áustria, (Munique, 24 de Dezembro de 1837 - Genebra, 10 de Setembro de 1898, faleceu faz hoje 108 anos) foi imperatriz da Áustria e rainha da Hungria. Ficou mundialmente conhecida pelo nome que recebeu nos primeiros anos de vida, Sissi.

Filha do duque da Baviera, Maximiliano e de Ludovica, irmã da arquiduquesa Sofia (mãe de Francisco José), a jovem imperatriz casou com Francisco José I em Abril de 1854. Sissi tinha então 16 anos e era considerada uma das mais belas princesas do mundo. Do casamento nasceram quatro filhos: Sofia, Gisela, Maria Valéria e o príncipe herdeiro, Rudolfo, que foi assassinado em 1889 causando a Sissi um desgosto de que a imperatriz nunca recuperou.

Em 1867, juntamente com o marido, foi coroada rainha da Hungria na sequência da assinatura do compromisso austro-húngaro. A sua dificuldade de adaptação às regras da corte de Viena e a preferência da imperatriz pela Hungria afrontaram a Áustria e isolaram cada vez mais Isabel da vida familiar e dos compromissos oficiais, que procurou abandonar desde o seu casamento, por detestar o protocolo e as obrigações impostas pelo título do marido. Alguns problemas de saúde, agravados pela incapacidade de educar os filhos numa atmosfera de informalidade, que Sissi adorava, contribuíram igualmente para o afastamento em relação aos seus súbditos. Em Setembro de 1898, em Genebra, foi assassinada por um anarquista italiano, Luigi Lucheni.

Na década de 1950 os filmes de Ernst Marischka protagonizados por Romy Schneider contribuíram decisivamente para espalhar o mito de Sissi.